O Congresso Fenabrave chega à sua 18ª edição
prometendo superar o sucesso de 2007. Neste
ano, o evento contará com muitas novidades
e renomados palestrantes, incluindo volume
recorde de palestrantes internacionais.
Em 2008, a participação do principal executivo da Aliança Renault-Nissan, Carlos Ghosn, presidente mundial e CEO dos grupos, já está garantida. Em sua apresentação,
Ghosn falará sobre “O mercado mundial de automóveis e as lições a serem apreendidas”, em uma espécie de talk-show onde os entrevistadores serão os presidentes de
associações de marca.
Em entrevista coletiva concedida, em São Paulo, em dezembro de 2007, o executivo ressaltou que o mercado brasileiro é, para Renault-Nissan, uma das regiões estratégicas
para o futuro, ao lado, especialmente, da Rússia, China e Índia, reunindo os chamados países formadores do BRIC. Na ocasião, Ghosn não poupou elogios ao bom desempenho da
Renault do Brasil: “O ano de 2007 foi muito bom para a marca, mas estamos muito longe do nosso verdadeiro potencial.
Não posso me contentar com uma participação de 3% no mercado brasileiro. Por isso, estamos preparando uma linha de produtos bastante competitiva”, alertou Ghosn.
Para ele, o Brasil assiste uma grande transformação – o País está crescendo e a moeda se fortalecendo. “O Brasil vai exportar mais matéria-prima, energia, produtos agrícolas e
industriais com alto valor agregado. E vai perder nos produtos com menor valor agregado porque a força da moeda fará o País ser menos competitivo. Penso que isso vai continuar
e não é uma tendência temporária. O Brasil está entrando num ciclo virtuoso de desenvolvimento com fortalecimento
da moeda. É uma transformação muito positiva”, comentou o executivo.
A Revista Exame, em 22 de março do ano passado, dá a receita utilizada pelo executivo na tomada de decisões:
• Deixar de lado os detalhes;
• Ter disciplina;
• Delegar sempre que possível;
• Dar um passo de cada vez;
• Buscar informações com o maior número possível de
pessoas.
Seu embasamento? Ele garante - é sempre calcado na análise de fatos e não em idéias ou suposições.
Conhecido como “cost killer” por ter fechado fábricas e demitido 21 mil trabalhadores na Nissan, Ghosn não vê dificuldades em dirigir, simultaneamente, duas companhias. “O
mais importante é garantir que a estratégia e as prioridades de cada companhia estejam claras. Quando se trabalha em conjunto, o resultado fi ca melhor”, declarou.
Esta é a primeira vez que um presidente mundial de montadora participa do Congresso Fenabrave. Você não pode perder esta oportunidade. Participe!
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